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Os passos da Saúde em Jaguariaiva

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Publicação Original: 11/07/2009

 A saúde pública, em Jaguariaiva, tem caminhado a passos certos e sem atropelos, com investimentos contínuos no setor, de acordo com relato do prefeito Otélio Renato Baroni, durante a abertura da 8ª Conferência Municipal de Saúde. Segundo os dados apresentados, o setor tem recebido toda a atenção da administração municipal, muitas vezes até em detrimento de outras áreas. 

“É mediocridade afirmar que não se está fazendo nada”, disse o prefeito, citando algumas ações, investimentos e projetos para o setor, mas reconhecendo que o principal problema da saúde, hoje, é a falta de médicos, o que deve ser solucionado já nos próximos meses.

O atendimento feito semanalmente na zona rural do município, com equipes de médico, dentista e enfermeiros, tem sido uma das ações mais comentadas pela população, assim como a distribuição de medicamentos, inclusive aqueles de uso contínuo, na farmácia do município. Já o transporte de pacientes para hemodiálise, em Ponta Grossa, ou para exames de alta complexidade, em Curitiba, que hoje é feito com um ônibus cedido pela Secretaria de Educação e totalmente custeado pela prefeitura, em breve receberá veículo próprio, com 31 lugares, melhorando cada vez mais a qualidade dos serviços prestados. “Essa é a nossa forma de trabalhar. Trabalhamos com políticas públicas integradas, onde um setor depende do outro e todos trabalham pelos mesmos objetivos”, explicou o prefeito.

Como projetos a curto e médio prazo, a construção de uma Unidade Central de Saúde, no antigo “pernoite”, a Clínica da Mulher e da Criança, no bairro Primavera, a interdição do Posto de Saúde Dr. Américo, no bairro Remonta, que passará por uma reforma total, com investimentos na ordem de R$ 200 mil, e um grande laboratório de análises clínicas no local onde hoje está instalada a garagem da prefeitura, na cidade alta. Os projetos para contratação de 40 agentes de saúde e a implantação de oito equipes do Programa Saúde da Família já estão na 3ª Regional, em Ponta Grossa, a espera de aprovação.

Para finalizar, o prefeito Otélio Renato Baroni citou o Hospital Carolina Lupion, também mantido com recursos do município, que mesmo com número insuficiente de médicos tem atendido, em média, 200 pessoas/dia, com cinco a sete internações diárias, 80 a 100 partos/mês, 10 a 15 cirurgias através da central de leitos da 3ª Regional de Saúde de Ponta Grossa, atendendo pacientes da região. “Isso é eficiência no serviço público e temos excelentes profissionais na área”, disse.